quarta-feira, 19 de abril de 2023

O que foi o Estado Moderno? Qual sua relação com a contemporaneidade?

 O que foi o estado Moderno?


        O Estado moderno é uma forma de organização política que surgiu na Europa Ocidental durante a Idade Moderna, a partir do final do século XV. Ele se caracteriza por uma estrutura de poder centralizado, com um governo soberano e uma obrigação organizada, que controla o território e exerce o monopólio do uso legítimo da força.
        Nessa época, o Estado era visto como uma instituição soberana, capaz de exercer o controle sobre um território delimitado, bem como sobre a população que ali vivia. O Estado Moderno se desenvolveu a partir da necessidade de controlar as crescentes demandas da economia, principalmente no que diz respeito à cobrança de impostos, e de garantir a segurança interna e externa do país.
        Ele é diferente dos sistemas políticos anteriores, que eram baseados em relações de poder pessoais e descentralizadas, como as cidades-estado da Grécia antiga ou os feudos medievais. Ele também difere do Estado absolutista, que existiu na Europa durante os séculos XVII e XVIII, em que o poder estava concentrado nas mãos de um monarcaEle surgiu a partir de uma série de mudanças políticas, sociais e alcoólicas que ocorreram na Europa Ocidental durante a Idade Média e o Renascimento. Entre essas mudanças, estão o desenvolvimento do comércio e das cidades, a expansão do conhecimento científico e filosófico, e a Reforma Protestante. A partir dessas mudanças, as nações europeias seguiram a se consolidar como entidades políticas unificadas, com o governo central capaz de controlar o território e impor leis e políticas em todo o país. Essa unificação foi consequente pelo trabalho de uma burocracia profissional, que desempenhava funções administrativas e de fiscalização em nome do Estado.
      Entre as características do Estado Moderno estão a criação de obrigações especializadas e a organização de exércitos permanentes. Também houve o fortalecimento do poder judicial e a implementação de leis uniformes em todo o território nacional.
        Esse tipo de Estado também foi influenciado pelas ideias políticas que tiveram durante a Idade Moderna, como o contratualismo de Thomas Hobbes, John Locke e Jean-Jacques Rousseau, que defenderam a ideia de que o poder político deveria ser exercido com base no consentimento dos governados. Também é importante lembrar, que o Estado moderno foi um importante precursor das democracias atuais, uma vez que abriu caminho para a ideia de que a autoridade do governante deve ser limitada por uma Constituição e pela opinião pública.

 O Estado sou eu!


Hyacinthe Rigaud, Retrato de Luiz XIV (1700)

Luiz XIV, rei da França, de 1643 até 1715, ano de sua morte, também conhecido como "Rei Sol", certamente é uma das figuras históricas que melhor evidenciam o que era o Estado Moderno absolutista: "L'État c'est moi" (O Estado sou eu) disse o monarca, demonstrando que os limites de seus poderes eram os limites do próprio Estado.


 Qual a relação do Estado moderno com a contemporaneidade?


Blocos econômicos - uma das faces da contemporaneidade catalisada pela globalização.

        A contemporaneidade é um período que se inicia a partir da segunda metade do século XX e se estende até os dias atuais. É um período marcado pela globalização, pela intensificação dos fluxos de informação, pessoas e mercadorias em escala mundial, além do desenvolvimento acelerado da tecnologia.

        A relação entre o estado moderno e a contemporaneidade se dá no sentido de que o estado moderno foi um dos pilares que permitiu a construção do mundo contemporâneo. A centralização do poder político nas mãos do estado moderno, por exemplo, permitiu a criação de instituições que garantem a estabilidade política e econômica, como os sistemas de justiça, segurança e educação.

        Além disso, o estado moderno permitiu a criação de condições para o desenvolvimento do capitalismo, que é um dos pilares da contemporaneidade. Isso ocorreu porque o estado moderno estabeleceu as bases para a criação de um mercado nacional, com regras claras para a circulação de bens e serviços. 

        Por outro lado, a contemporaneidade também trouxe desafios para o estado moderno. A globalização, por exemplo, tem colocado em xeque a ideia de soberania nacional, já que as fronteiras dos estados têm se tornado cada vez mais permeáveis. Além disso, a tecnologia tem permitido que as pessoas se comuniquem e se organizem de forma mais eficiente, o que tem dado origem a movimentos sociais e políticos que questionam a autoridade do estado.

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    Assim, a relação entre o Estado moderno e a contemporaneidade é complexa e multifacetada. Por um lado, o Estado moderno, como forma de organização política, continua a ser a base da estruturação das sociedades contemporâneas. Por outro lado, a globalização e as mudanças sociais e tecnológicas têm desafiado o papel e a produção dos Estados nacionais, levando a novas formas de organização política, como as organizações internacionais, as redes transnacionais e os movimentos sociais globais. Portanto, a relação entre o Estado moderno e a contemporaneidade é marcada pela tensão entre a continuidade e a transformação, entre a estabilidade e a mudança, entre a ordem e a contestação.

Entender a globalização é entender o nosso mundo atual. Vamos ver um pequeno vídeo sobre o assunto?





 







terça-feira, 18 de abril de 2023

Cidadania: como era na Idade Moderna e como é hoje?

Pensando a cidadania na Idade Moderna

Rei Luiz XIV e sua família

        Para pensar a cidadania, na Idade Moderna, é preciso lembrar, incialmente, que o conceito de cidadania era conhecido pelas sociedades ocidentais há bastante tampo. A democracia ateniense, por exemplo, garantia a cidadania, ou seja, a participação nos assuntos da polis (cidade-estado), aos homens livres, maiores de idade e nascidos em Atenas. Pessoas escravizadas, mulheres e estrangeiros (metecos) eram impedidos/as de participar das decisões tomadas na Ágora ateniense. Por outro lado, o Império Romano, ao estender seus domínios da península itálica para outras regiões do mundo conhecido, compreenderá a cidadania não apenas a partir do nascimento, mas da relação dos sujeitos com a cultura romana e com a terra. Existiam, portanto, cidadãos nascidos ou (trans)formandos romanos nos mais diferentes pontos do Império. Seja ligada à uma origem territorial (jus solis) ou à uma descendência sanguínea e/ou cultura (jus sanguinis), a evolução do conceito de cidadania será essencial para entendermos a cidadania nos Estados Modernos e hoje.
        Seguindo esse mesmo pensamento, para existir cidadania é preciso um espaço político que a comporte. Se, na Grécia Clássica, esse locus de atuação cidadã era a pólis, na Idade Moderna, será o Estado cujo sistema de governo monárquico tinha como base a nobreza de mérito - diferente na nobreza de sangue do medievo - e o clero - inicialmente católico e, após os movimentos reformista, protestante. A religião, na modernidade, é um elemento constitutivo do Estado cuja unidade não se encontra fundamentada apenas pelo viés territorial, mas também confessional: uma pessoa nascida na Espanha não é espanhol apenas por compartilhar com seus concidadãos um mesmo espaço e língua, mas por ser, como todos esses, cristão. A formação de Monarquias Católicas, como as de Portugal e Espanha, aponta a importância da Igreja nas decisões do Estado: duas instituições estruturalmente aristocráticas, substancialmente distintas, mas politicamente indissociáveis. Nesse sentido, podemos, inicialmente, concluir que a cidadania moderna estava relacionada não apenas a um território, mas a uma religião. 
        Falemos agora da classe que dá sustentação às monarquias nacionais compondo suas cortes e recebendo delas os mais distintos privilégios: a nobreza. Sim, mesmo com o fim da Idade Média, a nobreza permanece protagonista nesse novo sistema, contudo, ela é essencialmente diferente da anterior. Se a nobreza medieval era de sangue, ou seja, originária de famílias historicamente nobres, a nobreza moderna é de mérito, podendo, portanto, independentemente do nascimento, conquistar os títulos e as pompas. Da Corte real participavam os mais próximos ao Rei que gozavam do luxo de nada fazer e serem sustentados pelos cofres do Estado - Luiz XIV construiu o luxuoso Palácio de Versalhes para abrigar sua imensa corte parasitária. Nesse sistema, os principais interesses da nobreza eram gozar do conforto da Corte e dos privilégios garantidos pela graça real. O Rei, por outro lado,  irá, ao poucos, ocupar um trono considerado divino que o torna uma deus mortal entre seus súditos.
        Na Idade Moderna, quem não é nobre, nem clero, nem Corte, nem Rei, é povo. O povo, ou, como chamava Maquiavel, os pequenos, compunham a imensa massa de súditos da monarquia, subordinados às decisões de um rei sacralizado que tinha em suas mão um poder ilimitado. Resumindo: o poder das decisões está exclusivamente nas mãos do Rei; a nobreza goza dos privilégios oferecidos pela Coroa; o clero atua na sustentação da imagem divida do Rei, juntos com outros intelectuais, e influencia nas decisões reais em prol dos seus próprios interesses; e o povo, bem, o povo, apesar de ser a maioria, é excluído de qualquer decisão política e submetido pela força do Estado. Nesse sentido, vamos pensar juntos, juntas e juntes: o que é cidadania na Idade Moderna? Parece que aquele conceito de cidadania apresentado no início do texto, apesar de conhecido, foi completamente ignorado. O cidadão é substituído pelo súdito que, não sendo parte da aristocracia nobre ou clerical, apenas se sujeita, sendo submetido, inclusive pela força, aos interesses dos grandes: um Rei divino e de uma minoria privilegiada. 


Pensando a cidadania hoje

                                                     Movimentos sociais contra a Ditadura Militar no Brasil
        
        Hoje, a cidadania é um conceito amplo e complexo que se refere ao conjunto de direitos e deveres dos cidadãos em uma sociedade democrática. Ao longo dos anos, a definição de cidadania evoluiu para incluir um senso de responsabilidade individual e coletiva e a participação ativa dos cidadãos nas decisões que moldam suas vidas e comunidades.
        Atualmente é vista como o compromisso ativo de cada indivíduo na promoção de valores como a igualdade, a justiça social e os direitos humanos. Os cidadãos são incentivados a participar em iniciativas voluntárias, em debates sobre questões socialmente relevantes e a exercer o seu direito de voto.
     A tecnologia também desempenha um papel importante na cidadania de hoje. Por exemplo, as redes sociais são plataformas para as pessoas se comunicarem. compartilhar informação e discutir questões importantes. Além disso, as tecnologias digitais estão trazendo novas formas de engajamento cívico, como petições online e captação de recursos sociais.
    No entanto, a cidadania hoje ainda enfrenta sérios desafios. Desigualdade econômica e social, a polarização política e a crescente desconfiança nas instituições democráticas são alguns dos problemas que ameaçam a participação ativa dos cidadãos na vida política e pública.
    Em suma, a cidadania hoje é um conceito em constante evolução. que requer uma abordagem holística para várias questões que os cidadãos enfrentam em uma sociedade democrática. Promovendo a igualdade Justiça social e participação cidadã Podemos construir uma sociedade mais justa e inclusiva.

Referências

GUARINELLO, N. L. História antiga. 1a edição ed. [s.l.] Contexto, 2013. 
MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Tradução: Maria Júlia Goldwasser. - 2ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
MICELI, P. História moderna. 1a edição ed. [s.l.] Contexto, 2013.
SILVA, M. C. DA. História medieval. 1a edição ed. [s.l.] Contexto, 2019. 

O que é ser moderno?

A terra não é plana: o mundo é muito maior do que se imaginava!

Mapa-múndi de 1753 com a rota da circum-navegação iniciada por Fernão de Magalhães, em 1519, e concluída por Juan Sebastían El Cano 1522

Em um feito inédito, o português Fernão de Magalhães, a serviço da Coroa espanhola, embarcou em uma viagem que comprovaria um fato que algumas pessoas teimam em contestar ainda hoje: a terra é uma esfera. Crendo na existência de um estreito que levaria as embarcações que comandava às terras das especiarias, Magalhães atravessou o oceano Atlântico e margeou toda a América do Sul até encontrar a passagem que leva hoje o seu nome: o Estreito de Magalhães. Desembocou no oceano Pacífico, perdeu embarcações e homens na travessia, e, finalmente, chegou na Indonésia, mais especificamente, em Moluca, a "Ilha das Especiarias". Morreu antes de voltar à Espanha e receber as honras merecidas pelo feito, a viagem foi concluída pelo El Cano, mas provou que era possível dar a volta ao mundo.

O século XVI, marcado por grandes descobertas marítimas, registra, assim, a primeira mundialização de um globo, agora integrado com a expansão dos horizontes europeus, nas palavras de Jean Delumeau, "o nascimento de Europas fora da Europa". A todo instante, novas rotas surgem, novos caminhos são traçados e, junto com essas mudanças, nasce uma nova experiência. Os europeus descobrem, simultaneamente, novas línguas, saberes, modos de expressão e culturas que se formaram prósperas e ricas sem que os demais continentes as conhecessem. O mundos são comparados, as distâncias são medidas, os tempos e temporalidades interrogados e as experiências se multiplicam exponencialmente. Gruzinski fala de um "nomadismo dos homens da Monarquia". O homem moderno é, portanto, marcado por novos comportamentos, por uma maior facilidade de deixar um lugar pelo outro, de circular, apesar dos obstáculos, pelos mundos das Monarquias.

Aprendemos sobre o que esses viajantes europeus levaram dos lugares em que aportaram: madeira, plantas, animais silvestres, minérios valiosos, pessoas e novas ideias para confrontarem seus conhecimentos. Para entender o que trouxeram, precisamos saber quem eles eram, como pensavam e se percebiam. Devido à divisão quadripartite da História (Idades Antiga, Média, Moderna e Contemporânea) costumamos chamar esses sujeitos de “os modernos”. Será que eles diferiam completamente dos medievais?

É comum que se pense que no período medieval não havia interesse em entender o mundo de forma racional, mas pensadores como Pedro Abelardo (grande amor da erudita Heloísa) já criticavam os integrantes do clero pelas tentativas de impedir que discussões assim ocorressem. É entre esses intelectuais educados dentro dos mosteiros e universidades ligadas à Igreja que o Humanismo começa a ser cultivado. Apesar desses conflitos, os autores humanistas e demais artistas, não buscavam derrubar a religiosidade, mas repensar a humanidade e o funcionamento do mundo. Assim, trouxeram seus questionamentos sobre “o bom selvagem”, sobre pecado e inocência, sobre o lugar da Europa e do homem na Terra. Podemos perceber que esses sujeitos possuíam muitas incertezas e estavam dispostos a discuti-las a partir das informações que circulavam entre continentes.

Mas a final o que seria um ser moderno? Ao compararmos os modos de viver durante a Idade Média e a Moderna, iremos perceber muitos pontos em comum e muitos distintos. O sistema feudal começa a dar lugar a um novo sistema, a nobreza e o clero começam a perder a hegemonia do poder e surge e burguesia como uma nova classe para disputar os poderes econômicos, políticos e culturais, mas não deixando de lado muitos valores da nobreza e clero. No campo intelectual podemos ver figuras como Maquiavel formular uma estrutura politica e governamental. Vemos a religião católica ser separada da politica em algumas partes da Europa, entretanto outras religiões aparecem com a falsa impressão de imparcialidade politica, como o calvinismo e luteranismo.

    No século XVI tem a expansão marítima, os encontros violentos e controversos entre os povos indígenas da américas e o discurso da negação ou aceitação da humanidade desses povos por parte dos colonizadores, como podemos observar no intenso debate entre Las Casas e Sepulveda. Nesse período não só o protestantismo questiona os dogmas da igreja católicas próprios religiosos dentro da igreja Católica também fazem isso a exemplo de Juana Inez, uma mexicana que teve uma postura contrario ao discurso patriarcal cristão, sendo uma mulher que teve acesso a estudos. É nesse período que o estudo deixa de ser algo exclusivo da igreja e da nobreza, mas ainda restrito para aqueles que tinham riquezas, os excluídos socialmente tinham diversas barreiras para alcançar não só a ascensão social, como também o conhecimento. O conhecimento a qual nos referimos aqui não é o de saber compreender o mundo, a cultura, medicina, politica e religiosidade, mas o de saber ler e escrever na língua do colonizador ou do grupo dominante.

    O mercantilismo se torna um novo sistema econômico com maior força e influencia no mundo Europeu e colonial e a sua base de manutenção é o comercio de escravos. O negro é posto como um ser coisificado, sem alma e sem dignidade. Assim como os indígenas, o negro também faz parte do que é ser moderno, até porque quando se pensam em um sujeito moderno, logo vem a imagem de uma pessoa branca e europeia, mas não de um indígena ou negro. Afinal, o ser moderno era igual para todos? A historiografia permitiu incluir os negros e indígenas como sujeitos com identidade produzidas na modernidade? Embora os povos africanos sejam mais antigos que os europeus, mas o ser negro toma maior forma na modernidade, assim como os indígenas. O Ser moderno é apenas um ser aos moldes europeu ou todos os corpos que contribuíram para a estruturação da modernidade e não sendo um Ser moderno, mas Seres modernos ou modos de ser moderno ? Talvez esses questionamentos sejam bastante densos, então vamos relembrar alguns conceitos da modernidade.


Que tal revisar um pouco do que foi o Humanismo?

 


Referências

GRUZINSKI, Serge. O historiador, o macaco e a centaura: a “história cultural” no novo milênio. Estudos Avançados 17 (dezembro de 2003): 321–42. https://doi.org/10.1590/S0103-40142003000300020.

MICELI, P. História moderna. 1a edição ed. [s.l.] Contexto, 2013. 

PINSKY, J. A escravidão no Brasil. 3a edição ed. [s.l.] Contexto, 1996. 


O mundo unificado

O encontro de dois mundos

                   Theatrum Orbis Terrarum (Teatro do Mundo) escrito por Abraham Ortelius e publicado em 1570

        Quando Colombo, pensando ter chegado às Índias, aportou no território que viria, alguns anos depois, a ser chamado de América inaugurou uma nova página da história: o Velho Mundo - há tanto tempo conhecido, integrado por rotas comerciais e disputado por grandes impérios - deparava-se com o "Novo" Mundo - novo para aqueles que chegavam, mas um velho conhecido dos povos que, há séculos, o ocupavam organizados em comunidades nômades de caçadores-coletores e pescadores-coletores, agricultores sedentários e em grandes e ricos impérios. As tensões entre esses dois mundo marcarão o início da Idade Moderna, cujos Estados recém formados buscavam, nos novos territórios, os recursos materiais e humanos para fortalecer suas monarquias e disseminarem a Fé cristã.

        Você sabe como era a América antes da chegada e invasão dos europeus? Que tal conhecer um pouco essa história? O vídeo abaixo feito pela BBC News Brasil mostra um pouco da complexidade das sociedades ameríndias, da suas organizações e culturais milenares.



O que foi o Estado Moderno? Qual sua relação com a contemporaneidade?

  O que foi o estado Moderno?           O Estado moderno é uma forma de organização política que surgiu na Europa Ocidental durante a Idade ...